11 abr 2010

Diário de bordo: el encuentro con la Maestra

Um pouco de Diário...


Segunda feira, cinco de abril, enquanto Adanoe, Sergio e Marco seguiam os trabalhos de concepts de arte e concepts de decoupage do argumento, a partir da quinta versão do roteiro e de todos os roughs e sugestões nascidas nos últimos cinco dias de trabalhos (alguns resultados visuais postados por Sergio em 4 de abril), Patricia e Aramis se encontram com Maetra Regina que traz alguns pontos de reflexão para a equipe de desenvolvimento de projeto.


Falamos sobre a importância do processo como resultado e não apenas a obra.

Regina questiona se o "medo" e o elemento furacão tem a ver coma realidade da america latina atual e aponta sua preocupação quanto aos temores do Deus Huracan para as crianças da America Latina e os temores do abandono da infância nos tempos atuais. E sugere que ao tratar deste assunto apresentemos soluções estéticas e cinematográficas, como o humor por exemplo, que suavize esses dois temas tão atuais (como as catástrofes naturais e política econômicas).

Mas que também busquemos essa solução em dialogo com as crianças. Como elas vêem esse personagem? como elas desenhariam essa passagem?

Falamos um pouco das pesquisas e invstigaciones que fizemos, apoiados em Fernando Ortiz (os rituais, instrumentos musicais e cerimônias indígenas feitas para apascentar este personagem mitologico, e portanto nossos interiores, nossa selvageria interna, nosso lado animal; o sentido arquetípico que um Hurcan pode trazer para uma criança e um adulto, a necessidade de mudança diante do abandono da infância, os processos da vida de grandes transformações, mas tudo volta ao mesmo lugar, relembramos FENIX, e os elementos simbólicos que nos apoiamos da filosofia Sufi - que se repetem em alguns rituais indígenas apontados na pesquisa de Ortiz - o giro em sentido anti horário, o giro com uma perna...

Deus Huracan é representado com uma perna - o desenho e a representação para o desenho animado de um tufão.. [apresentamos para ela a solução que a equipe havia chegado em não representar o Deus, o que apareceria seria o som]

Falamos da proposta de Adanoe, de conter humor nesta passagem e de nossa opção por um elemento dramático - Aramis propõe enfase nas gaivotas, que apareceriam atrapalhadas...

Falamos dos por ques deste personagem no filme, el Dios Huracan...

Questionou se teria tradução para as expressões Soledad e Huracan. Dissemos que não que eram personnagens com seus nomes. Como Bob Esponja ou Pelelope Charmosa ou Kirikou... Ela disse que pensava na correlação Maria das Dores.

Regina insiste que os elementos dramáticos ou de humor devem suavizar as questões tão fortes para crianças (abandono e catastrofes) - nosso publico 7 a 11...

Aramis sugere um elemento com por exemplo as gaivotas voarem atrapalhadamente o que passa com las gaiovotas?

Falamos da união da simbologia del Dios Huracan...

Falamos da questão da paternidade e do Homem do Mar apoiar e consolar a menina nas ausencias.

O que o ninos sentem quando vem o deus Huracan? Pergunta as crianças.

Falamos como na maior parte das vezes os homens, o gênero masculino, estão muito longe dos jovens e das crianças e portanto da necessidade desse personagem, que não existia na segunda versão. E justificamos o nascimento dele quando Sergio criou, as msmas angustia da Solidão que Serginho sentia quanto a Soledad e porque Um Homem do Mar e não o Capitão...

Aramis fala de sua infância, uma Infância rica e conta causos de sua Tia. Uma tia que não enxergava...não via e contava coisas incriveis via coisa mais do qu todo mundo porque era muito culta e ouvia muito radio... Ela sentia quando deveria aumentar la la tencion dramatica e atenuava quando sentia que as crianças tinham medo...A tia fazia bordados e colchas

Pensei eu que nossa abuelita poderia estar de olhos fechados sempre...uma abuetlita cega, mas cheia de sentimentos...


Falamos do porque dos "Caminhos", a razão e o sentido do eixo do filme OS ENCONTROS.. falamos da leitura de Alex quanto a simbologia das Gaivotas que são Aves que voam, mas sempre voltam a sua Origem.

Patricia conta, em portugues, o filme para Regina, incluindo as decoupagens. Ela entende melhor e parece se tranquilizar... mas tem certeza que será um filme belo.

Decoupamos as cenas, principalemnte as propostas de soluções para suavizar as cenas mais dramaticas como a volta a escola ou o descaso dos vizinhos (o mundo do adulto).

Tais como: Quando a menina retorna da escola e nao tem gaivotas... Há menos Nada que outrora... Quando a menina reencontra as gaivotas e elas indicam o caminhos...sempre retornam...

Sugere um nino de gaivotas

Os ninos ficam nas pedras – sem capim e mar abaixo... averiguar...

Onde encontraria a universilalidade dos nomes SOLEDAD...Falam de Hemingway e seu barco...que se chamava Pilar... uma das razões porque colocou o nome de sua filha...o outro era a personagem de Garcia Marques...

Falamos da possibilidade do convite de trazer la corbelita para o seminariode infancia em setembro... e como trabalhariamso com eles.

Ate os doze anos.. Nao carregam o titulo de atores para que não Sintam esse peso... de profissional 'e um jogo uma brincadeira para se comunicar...

Regina convida Aramis para apresentarmos o caso GAIVOTAS, dividindo a mesa com Patricia, no seminario, no lugar do CARTA ANIMADA.

E quando saimos, às nove da Noite, oEl Dius Huracán havia chegado ao Rio de Janeiro e voltamos para casa, como Gaivotas, voando com aquele doce e grande (re)encontro.

Chegando ao Hotel, vimos os resultados dos trabalhos do dia dos meninos e passamos um dia trabalhando digitalmente.

Na quarta, enviamos essa 6º versão de guion para apoiar os trabalhos do story board.

Na noite do mesmo dia, já alteramos alguns elementos que postaremos a seguir...

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